terça-feira, 28 de setembro de 2010

Caminharam em silêncio por uns dez minutos até que chegaram ao pé de uma enorme cachoeira e foi na sombra de uma das enormes árvores que o capitão, a princesa e o jovem se sentaram, os soldados ficaram de frente com eles e o dragão seguiu um pouco mais adiante onde se deitou e certamente adormeceu. Ali por algum tempo só se ouvia a grossa voz do capitão com suas histórias de bravura, até que se ouve uma pausa e logo a própria princesa quebrou esta pausa ao perguntar se o jovem não tinha nem uma aventura para contar. "Todos" dirigiam seu olhares para ele, o jovem se levantou foi ate o pé da cachoeira indeciso sem saber se contava ou calava o que deixou a impressão de que ele estivesse ganhando tempo para inventar uma história. Na cachoeira ele bebeu água e voltou e conforme se aproximava ele começou contar que:
Eu estou a caminho de uma grande aventura, eu com este dragão vamos atravessar o formigueiro das formigas gigantes, assim passaremos para o deserto de bolhas e ali ainda nem começou nossa aventura pois da lá iremos ao reino da princesa de olhos brilhantes e talvez lá consigamos descansar um pouco,descansando ou não vamos seguir, desafiar e vencer os três sábios que protegem o reio de "Bila"
O último dragão fêmea? -perguntou o capitão
Sim o último dragão fêmea - continuou o jovem - Ali deixarei meu dragão. Darei a ele uma única chance de viver uma história de amor ou ao menos morrer por isso. Dali eu seguirei para o reino do Grande Drirke onde pretendo conseguir uma letra mágica para com ela conseguir entrar e vencer o torneio de letras mágicas e vencendo o torneio de letras mágicas me tornarei Rei e poderei escolher uma companheira para reinar ao meu lado e só assim me darei ao luxo de amar dando a minha companheira o mais lindo reino e assim me darei uma única chance de viver uma história de amor ou ao menos morrerei por isso. Ao final da história um silêncio enorme e de repente uma grande gargalhada e alguém gritou: conta outra esta foi muito, mais muito boa, conta outra...aí recomeçaram as piadinhas: um Dragão verde vai conquistar um dragão azul...rsrsrs...como vc vai convencer seu dragão a atravessar o formigueiro das formigas gigantes? Vai carregar ele no colo? Vai vendar os olhos dele...vai engessar as pernas dele pra ele não tremer? E assim por diante. Até a princesa caía na risada sem notar o quanto aquele rapaz estava furioso ,em meio ao alvoroço de perguntas quase ninguém notou quando o jovem se levantou foi ate o capitão e fez ao capitão uma pergunta que o deixou sério. Após falar com o capitão o jovem foi novamente a cachoeira e lá permaneceu por alguns minutos só quando o capitão deu ordem de formação a seus homens tudo silenciou e todos viram no rosto do capitão que algo de muito grave havia acontecido. Eles conheciam aquele olhar, eles sabiam que aquele homem tinha ordens de guerra para passar por ninguém imaginava o que fosse foi ai que a princesa sentiu falta do jovem e começou procurá-lo com os olhos e o viu escalando a enorme cachoeira, antes que ela se levantasse ela ouviu o capitão dizendo aos seus soldados com voz de comando com voz severa com voz de um homem muito, mas muito, ofendido:
Ele o estranho do qual nem perguntamos o nome mandou que eu perguntasse a vcs como será a próxima aventura que contaremos para a princesa, se será de como pedimos desculpas para ele como...como...(a voz do capitão parecia não querer sair, mas ele tinha que falar)...como ratos covardes ou se será de como aceitamos enfrentar o mentiroso dono de um dragão covarde em uma luta justa. Ele quer enfrentar cada um de nós por cinco minutos, sem armas, sem regras, sem piedade.
Um exército em silêncio - uma batalha inevitável - uma princesa temendo pela vida de um louco que surpreendia a todos com sua coragem suicida -e um dragão que durmia tranqüilo sabendo que aquela aventura estava apenas começando.






(nota do autor: um escritor embriagado de sono, a chuva caindo duas da manhã. Seis da manha ele alimentaria porcos famintos, depois teria que encontrar uma vaca fujona e ainda antes de almoçar ele teria aspirar a piscina. E lógico explicar pra sua menina desenho o pq ela tinha tão pouca parte na história de seu livro,aaaaaaaaaah, socorrooooooo )

Era um reino mágico:o imaginável vc poderia e certamente encontraria ali.neste reino todos eram ou sonhavam ser escritores por isso todos tinham seus sacos de letras mágicas.ah as letras mágicas:elas ficavam flutuando no ar quase que invisíveis por serem tímidas difícil mente eram vistas porem eram muito curiosas e quando alguém começava a escrever algo elas iam aparecendo para ler e quando gostavam do que a pessoa estava escrevendo elas acabavam seguindo aquele escritor porem era muito difícil ter uma daquelas letrinhas pois elas eram por de mais exigentes.o grande e supremo Rei era uma pessoa muito adorada e admirada por todos,alem de ser um senão o maior de todos os escritores daquele mundo era tbem um leitor atencioso,e para animar os escritores do reino ele acabou criando o incrível torneio de letras mágicas onde o campeão gravava o direito de ter terras e reinar sobre estas terras e ali vc fazia seu reino como queria pois tudo era mágico e a magia estava sempre nas mãos dos reis.quando se aproximava o torneio de letras mágicas as letrinhas já não eram tão exigentes pois elas como todos queriam tbem entrar no grande torneio pq ali estariam grandes contos grandes histórias e compositores de grandioso talento e elas não podiam perder esta chance de estar presente isso dava a todos a oportunidade de entrar no torneio porem vencê-lo era bem mais difícil.muitos já haviam vencido este torneio

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Deus

Era uma vez... Uma linda floresta,esta floresta tinha tudo para ser feliz,pois ela em sua imensidão,ainda não havia sido tocada por mãos humanas, porém...esta floresta tinha um sério problema pois nela vivia um pássaro tão raro que este pássaro era conhecido como o "raro dos raros" e, infelizmente neste pássaro estava o problema da floresta pois este pássaro já sabendo que era o último sobrevivente de sua espécie, na infeliz certeza de que não teria uma companheira para cantar com ele ou pelo menos um ninho, ele com o tempo acabou compondo um hino para Deus, porém em sua inocência de pássaro a pobre avizinha esperava ao cantar que Deus ouvisse seu canto e viesse socorre-lo, porém quando ele começava seu lindo cantar e conforme Deus não vinha ajudado seu canto ia se tornando cada vez mais triste, a floresta ficava sem saber o que fazer e o vento chorava...sem saber o que fazer para ajudar a floresta convocou a todas as aves e os animais que nela moravam explicou o problema e pediu para que o pássaro conhecido como "raro dos raros" começasse a cantar, o pássaro obedeceu e começou seu canto e logo aquele canto foi se tornando triste e...cada vez mais triste e tão triste que alguns mais sensíveis choravam ao sentir o desespero da inocente avezinha. Até que...aquele canto começou ficar alegre e cada vez mais alegre e ninguém entendia a alegria daquele pássaro, alguns destraídos até mesmo sem entender arriscavam cantar algumas notas juntos mais logo desistiam pois era realmente o mais lindo e raro canto já ouvido,e logo...todos puderam ver e entender o motivo da alegria da aquele pássaro pois todos viram um clarão no céu, e descobriram que Deus realmente havia ouvido e vinha vindo pessoalmente ajudar a ave, e vendo isso todos começaram a cantar na maior alegria e guiando Deus se aproximou e todos sentiram o calor de Deus...muitos inclusive o pássaro conhecido como o "raro dos raros" e até mesmo um pedaço da floresta morreram queimados por que???
Porque o que eles achavam ser Deus havia sido construído horas antes por mãos humanas.
E até hoje todas as florestas de todo o mundo, conhecem a historia e temem que um dia haja a volta do Deus
"balão"

O Pássaro de Klas

Ahh, o pássaro!...talvez ele fosse a coisa mais querida naquele reino...quase meio metro, penas brilhosas... porém o que nele havia de mais incrível era o quanto era atencioso e como adorava os poemas da princesa...sabem, quando ela começava a ler um novo poema ele ouvia atenciosamente, e quando ela terminava ele começava seu canto, e a cada novo poema um novo canto..parece que ele traduzia o poema para compor seu canto...todos no reino o procuravam quando escreviam algo.  Ele ao ver a pessoa já ia ao seu encontro como se fosse um velho amigo...sempre andando, quase nunca voando, este pássaro era um tesouro no reino...até que um dia apareceu uma jovem chamada Aice.
Esta menina ninguém sabia de onde vinha, porém ela e o pássaro tornaram-se quase que inseparáveis...diziam alguns que ela seria a nova princesa de Klas...outros diziam que o pássaro cantava com ela, como cantava com a princesa...mas com poucos a menina falava, e muitos a adoravam, porque sabiam que ela estava no coração do pássaro...e naquele dia estavam todos ali a espera de que alguém recitasse um poema capaz de fazer com que o pássaro cantasse, pois só com o canto do pássaro se quebraria o encanto que o velho bruxo jogou sobre a princesa, tornando-a uma estátua. Todos tentavam, mas sabiam que apenas, e talvez apenas, se Aice recitasse o pássaro cantaria, mas aquela menina nem se quer estava ali...e a muito tempo não se ouvia o pássaro sem ela, e todos achavam que ela se quer voltaria, porque sua voz era algo que jamais ninguém havia ouvido...Todos, ou quase todos, culpavam um estranho pelo ocorrido. Sim ele também estava ali, foi o primeiro a chegar e sentou-se na grama, como todo mundo, porem todos, conforme iam chegando, iam se sentando de costas para ele, assim ficou o reino de um lado e ele de outro... mas ele não se importou com isso e também não se virou, permaneceu ali.
A tarde já caia quando o pássaro ouvia atenciosamente um poema recitado por um anãozinho... de repente acontece a chegada daquela a quem o povo tanto esperava-la: vinha Aice com um balde de alumínio em cada mão, aparentemente cansada, como quem vinha de longe... apesar de alegres por ve-la, todos se perguntavam o que seriam aqueles baldes, e isso gerou tanto cochicho que o anãozinho perdeu a concentração e esqueceu a letra de seu poema, calando-se. O povo também se calou sem graça com o ocorrido, afinal em "Klas” nunca alguém havia sido interrompido... o pássaro aproximou-se do homenzinho e jogou sua asa sobre seu ombro como quem abraça um velho amigo... então aconteceu o inesperado, uma voz meiga, porém decidida, quebrou o silencio... Aice indo em direção ao pássaro disse ao homenzinho:
--- Ele quer que você comece de novo, pois ele também perdeu a concentração, mas quero pedir que o senhor descanse uns minutos, enquanto o pássaro também descansa....
Quando terminou de falar, estava ela bem próxima ao pássaro, aí aconteceu o inesperado de novo: o pequeno homenzinho surpreendeu a todos com suas sabias palavras, pois alem das palavras, antes de falar, ele se curvou para Aice, como se curvava para a princesa, e disse que gostaria que a princesa Klas também ouvisse seu poema.
Aice surpresa, primeiro pelo homem ter se curvado pra ela, e pelo pedido feito lhe respondeu com calma e certeza:
--- Sim vou acorda-la e depois você lê.
Todos se alegraram com isso, pois temiam que Aice não recitasse, e que o pássaro não cantasse, e que a princesa de Klas continuasse sendo uma estátua... mas, então, aconteceu outro inesperado. Enquanto o povo cumprimentava o anãozinho pelas sabias palavras, Aice entregou um baldo cheio de umas frutas chamadas "bistillis" ao pássaro, fruta esta que conhecemos pelo nome de caqui, e foi cortando no meio de todos, e mais uma vez o povo viu a menina agindo como princesa,  pois ela foi até o estranho, sentou-se ao lado dele, de costas para todos, e deu a ele um balde cheio de frutas, tão diversas que sequer sei dizer os nomes, sei apenas que uma delas conhecemos como manga... o povo na mesma hora notou o erro de ter regeitado o rapaz, e começaram a rodeá-lo e sentando-se de frente para os dois, e viram que, tanto o pássaro quanto o estranho, estavam mesmo com fome.
Após tudo, tudinho, comer o pássaro foi até Aice e ela limpou o bico do pássaro com a barra de sua camisa, após isso, novamente, a garotinha agiu como princesa, dando a mão para que o estranho levantasse, então ela se sentou, e ele entendeu que ela queria ouvir seu poema... olhando para o céu, como que em um grito, ele começou seu poema, e todos ouviram, admirados em como o estranho havia criado tão belo poema...mas as surpresas ainda não haviam terminado, por que ao fim de seu poema, o inesperado aconteceu... As penas do pássaro, que outrora eram verde, ficaram azuis, depois vermelhas, amarelas e foram mudando de cor até que cada uma tomou uma cor diferente da outra, e a imensa crista colorida do pássaro subiu, com era de costume acontecer quando o pássaro cantava.
E olhando para o céu, como que em um grito, exatamente como fez o estranho,  foi o começo do canto do pássaro, e todos se alegraram ao ouvir o pássaro e ao ver sua princesa adorável caminhando entre eles e indo sentar-se ao lado do estranho.
E antes que o pássaro terminasse sua canção, todo o povo do reino de Klas já sabia... daquele dia em diante, todos teriam duas pessoas a mais para servirem em  Klas, e para sorte do pássaro, todos também sabiam que ele adorava caqui, e dar caqui a ele viraria mais um costume naquele reino.